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sexta-feira, 26 de julho de 2013

VENCER, VENCER, VENCER...

... este é o nosso ideal! Honramos o nome de Minas. Sim. Honramos! Sofridamente, como tinha de ser. Na raça, na garra, como sempre foi com este time que não desistiu em um só minuto.

Time este apoiado por uma torcida sem igual. Que acreditou em todos os momentos no sonho que foi arrancado brutalmente em 1981. Torcida que gritou, cantou e fez a diferença em todos os minutos em que Clube Atlético Mineiro esteve em campo neste torneio. Torcida esta que mostrou o seu valor no pior momento do time, digno de esquecimento.

Aquele fatídico empate com o Vasco da Gama que selou o rebaixamento do alvinegro mineiro manchou a história deste time que sempre sofreu as maiores adversidades. Uma tristeza pesada caiu sobre o Estádio no Mineirão naquele dia. Mas de algum lugar, vozes foram ouvidas. Vozes daquela torcida. Vozes daquela torcida apaixonada cantavam o hino do clube, como prova de seu apoio incondicional.

E no final de 2006, o Galo consolidava seu retorno ao local de onde jamais deveria ter saído. Um retorno nos braços da torcida, que foi capaz de lotar dois estádios para acompanhar e apoiar o time. Era apenas o começo de uma nova era. O renascimento estava para chegar.

Amargando goleadas sonoras para o maior rival e em meio a lutas contra um novo rebaixamento por anos seguidos, surge alguém para mudar o time: Cuca. Após ser demitido por perder um título importante, foi contratado pelo Atlético, com a missão de salvar o time. Uma história com um início desastroso, que contou com nova incrível goleada a favor do lado azul da Lagoa.

2012 se inicia e com ele chega algo novo. O Estádio Independência, onde o ganhamos o 41° título mineiro. O estádio que fez muito mais para uma torcida do que simplesmente existir para partidas de futebol. O estádio que reaproximou torcedores e jogadores que há muito estavam distantes e logo após essa conquista, a chegada do Maestro.


A chegada de Ronaldinho Gaúcho, com resistência daquela torcida que precisava mais do que nunca de algo importante. A chegada que mudou a cara do clube. Um futebol digno de cinema que nos garantiu o vice-campeonato nacional e a vaga no torneio mais cobiçado do continente e o mais importante: a confiança plena do torcedor alvinegro.

Em 2013, o clube conseguiu o 42° título mineiro. O segundo seguido e estava encaminhando a escrita na história. Com jogos memoráveis, passamos de coadjuvantes a protagonistas do esporte nacional. Escrevendo a história em cada partida, fomos caminhando. Pelas beiradas, comendo quieto como todo bom mineiro. A escolha estava feita. Chegou a nossa vez!

Vitória sofrida, na raça. Sofrimento nas arquibancadas. A estrela brilha no céu. A estrela da maior conquista alvinegra. A estrela continental, apontada como escolha divina e como duvidar disso? A passagem "Faça por onde e Eu lhe ajudarei" se mostrou real. De repente, havia acabado. Vencedores. Ganhamos! Barulho ensurdecedor nas cadeiras, invasão do gramado. Vitória inédita e histórica que será eternamente lembrada por essa torcida. Mais uma vez aquela torcida apaixonada que tanto passou por provações ao longo dos 105 anos de vida. Finalmente: a América é nossa!


Comemore Clube Atlético Mineiro! Comemore torcida! 
SOMOS OS NOVOS DONOS DA AMÉRICA!

Hiago Christo



2 comentários:

  1. Não gosto de futebol né? mas como n falar o quanto esse texto ficou bonito e emotivo? Devia escrever mais, e devia fazer letras, te digo, rs.

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  2. Só quem é atleticano entende. Não importa o q os outros times pensam, nem quantos troféus colecionamos. O que importa é a emoção de torcer e acreditar, até o último instante, q as coisas vão dar certo, q é possível reverter as mais adversas situações. Isso é ter amor ao time!

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